segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Participação do Internet Explorer no mundo fica abaixo dos 50% pela primeira vez

Firefox se mantém como o segundo navegador mais usado, mas, participação do Chrome triplicou nos últimos 12 meses.

Uma pesquisa da consultoria StatCounter indicou que, pela primeira vez, a participação do Internet Explorer no mercado de navegadores ficou abaixo dos 50%. Segundo o relatório, o browser da Microsoft tem atualmente, 49,87% de share no setor.

“Este é, certamente, um marco na guerra dos navegadores da Internet, comentou Aodhan Cullen, CEO da StatCounter. “Há dois anos, o IE dominou o mercado mundial, com 67% de participação”.

Cullen acrescentou que o acordo da Microsoft com as autoridades de concorrência da Comissão Europeia (UE) foi determinante para esta mudança. O acerto visava oferecer aos usuários do Velho Continente mais escolhas de browsers, sendo que a participação do IE na região ficou abaixo dos 50% a partir de março deste ano.

Ainda na Europa, a quota de mercado do IE caiu para 40,26% em setembro deste ano. No mesmo mês do ano passado, esse número era de 46,44%. Já na América do Norte o browser da MS ainda domina mais da metade do mercado, com 52,3%, seguido pelo Firefox com 27,21% e o Chrome em 9,87%.

De acordo com o documento, o Firefox segue como o segundo browser mais popular, com 31,5% de participação. Já o Chrome mantém sua tendência de crescimento e mais que triplicou seu share, subindo de 3,69% em setembro de 2009 para 11,54% no mesmo período deste ano. Aliás, a ascensão do navegador da Google na América do Norte também tem impressionado. Em junho deste ano, ele ultrapassou o Safari, da Apple, pela primeira vez.

No Brasil, os dados indicam um cenário semelhante à média mundial. No período analisado (setembro de 2009 a setembro 2010), o IE caiu de 61% para 49%. O Firefox flutuou pouco, de 32,5% para 31,5%. Já o Chrome teve crescimento expressivo, de 5,1% para 17,5%.

O relatório StatCounter Global Stats é baseado em dados agregados coletados pelo StatCounter em uma amostra superior a 15 bilhões de page views por mês, recolhidos em mais de 3 milhões de sites.





FOnte: Rui Maciel, do IDG Now!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Windows XP SP2 pode afetar segurança de 77% das empresas, diz estudo

Dos 278 mil computadores, analisados pela Softchoice, 46% ainda dependem do sistema operacional que não será atualizado após 13 de julho.

Três em cada quatro empresas enfrentarão, em breve, riscos de segurança por continuar a usar o Windows XP Service Pack 2 (SP2), segundo um relatório, publicado nesta terça-feira (22/6), da empresa de tecnologia canadense Softchoice.

De acordo com o estudo, 77% das organizações pesquisadas ainda utilizam o XP SP2 em 10% ou mais dos seus PCs. Ao todo, 46% dos 278 mil computadores analisados, ainda dependem do sistema operacional.

A Softchoice obteve dados dos serviços de TI de seus clientes, que inclui ativos, ciclo de vida do hardware e gerenciamento de licenças. Foram analisadas 117 empresas americanas e canadenses da área de educação, de recursos financeiros, da saúde e da indústria transformadora.

Além disso, a empresa acredita que 36% de todos os computadores corporativos ainda rodem o sistema Windows XP SP2.

"Este é um alerta vermelho. Não é algo que se possa ignorar", disse o gerente de desenvolvimento de serviços da Softchoice, Dean Williams.

A Microsoft determinou um prazo final de suporte ao Windows XP SP2, um service pack, que estreou em 2004. A partir de 13 de julho, ele não receberá nenhuma nova atualização de segurança. Nesse momento, os usuários devem realizar migrar para o XP SP3, que terá suporte até abril de 2014.

O Windows XP SP3, foi lançado em maio de 2008, e está disponível como upgrade gratuito para todos os usuários do Windows XP. A Microsoft prometeu apoio ao XP SP3 até 8 de abril de 2014.

O estudo da Softchoice é semelhante aos números divulgados, no mês passado, pela Qualys, no qual, quase metade de todos os computadores corporativos ainda executavam alguma versão do XP SP2.

O Windows XP SP3 pode ser baixado no site da Microsoft, ou obtido a partir da atualização do computador com Windows XP SP2 através do serviço Windows Update.

(Gregg Keizer) Fonte:IDG Now

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Após suicídios, fábrica de iPhones pode fechar as portas na China


E a Foxconn, empresa que produz celulares para a Apple, afirma que não vai mais compensar as famílias de funcionários que tirarem a própria vida; demissões podem chegar a 800 mil

A Foxconn – fabricante de produtos eletrônicos para clientes como Apple, Dell e HP – planeja fechar suas operações na China, em um grande esforço de reestruturação que poderia levar à demissão de 800 mil funcionários.

O site Register foi o primeiro a relatar a notícia, citando um serviço chinês de notícias chamado ON.CC como sua fonte (veja aqui a tradução do Google para português). A informação não foi comprovada até o fechamento desta reportagem.

A fabricante de iPad e iPhone ficou famosa nos últimos meses após uma onda de suicídios em sua enorme fábrica em Shenzhen, na China. Agora, a companhia afirma que está considerando mudar parte sua produção de volta para Taiwan, onde estãos localizados seus escritórios principais.

A Foxconn também ocupou as manchetes ontem, 10/6, após ter anunciado que não vai mais pagar compensação extra para as famílias dos funcionários que cometerem suicídio.

A fabricante de iPhones, Foxconn, pode demitir cerca de 800 mil funcionários na China.

Segundo uma reportagem do site MIC Gadget, o CEO da Foxconn, Guo Tai-min, teria afirmado que os trabalhadores cometeram suicídio pelo dinheiro, e que a companhia não vai mais compensar as famílias dos funcionários que tirarem suas próprias vidas.

Como prova disso, o CEO exibiu o que afirmou ser um bilhete de suicídio escrito por um funcionário. A carta, escrita em chinês, foi traduzida pelo site MIC Gadget: “Mãe, você sempre me disse para morrer, e agora eu vou pular fora da Foxconn. Eu realmente preciso ir. Você não precisa ficar triste: a Foxconn vai te pagar algum dinheiro, e como seu filho, essa é a única forma de te restituir.”

Guo também disse que foi feita uma investigação sobre a Foxconn e sobre as vítimas de suicídio. O levantamento conclui que três deles possuíam doenças mentais, e outros oito tinham problemas emocionais.

Além de encerrar o programa de compensação para as famílias, Tai-ming disse que a Foxconn está considerando mover sua produção principal de volta para Taiwan e utilizar mais produção automatizada – assim como vender os dormitórios da companhia para o governo local para que as autoridades se responsabilizem pelas condições de moradia.

Apple, Intel e HP estão entre as gigantes de tecnologia que terceirizam sua produção na Foxconn na China.

Fonte: http://macworldbrasil.uol.com.br

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Um cartucho reabastecido pode danificar sua impressora?

Conversamos com executivos e especialistas para saber se a economia vale a pena para seu bolso e seus trabalhos.

Suponha que uma grande fabricante te vendesse um carro novinho por, digamos, 500 reais. Você até poderia pensar “Uau! Que ótimo negócio”. Mas haveria uma pegadinha: cada vez que fosse encher o tanque iria te custar 200 reais, e o combustível teria de ser comprado da própria montadora. Em pouco tempo, você teria gasto muito mais em combustível do que com a compra do automóvel.

Essa é uma situação muito parecida com a enfrentada por consumidores que utilizam impressoras de jato de tinta (inkjet). O aparelho é relativamente barato, mas os cartuchos são caros e acabam em pouco tempo. Para economizar tinta, você pode imprimir em menor quantidade ou resolução, mas por que não imprimir a mesma quantidade a um custo menor e ainda ajudar o meio-ambiente? Essa é a promessa feita por fornecedores de cartuchos remanufaturados e reabastecidos. Mas a pergunta é: eles cumprem essa promessa?

Você pode esperar que eu diga, “Cartuchos remanufaturados são uma ótima ideia – esqueça os avisos sobre sua baixa qualidade feitos pelas gananciosas fabricantes de impressoras. Você nunca vai notar a diferença entre os dois.”


Apesar das impressoras serem relativamente baratas, os cartuchos de suas fabricantes geralmente possuem preços altos.

Bom, eu não vou dizer isso. Na última semana eu conversei com executivos dos dois lados – um da HP (Hewlett-Packard) e outro de uma companhia que faz equipamento para produção de cartuchos remanufaturados. Eles foram muito acessíveis e pareceram bastante honestos, considerando que ambos estão no mesmo jogo.

Minha conclusão: você pode economizar cerca de 50% com cartuchos reabastecidos e entre 10% e 20% com cartuchos remanufaturados. Para muitos trabalhos rotineiros de impressão, essa é uma solução perfeitamente aceitável. No entanto, algumas impressões não terão um visual muito bom ou não vão durar por um bom tempo sem perder a cor. E existe a chance de que um cartucho insuficientemente remanufaturado ou reabastecido falhe, cause uma bagunça ou talvez até danifique sua impressora.

E a minha garantia?
Você pode se perguntar se usar um cartucho reabastecido ou remanufaturado vai invalidar a garantia da sua impressora. A resposta para essa pergunta é sim e não, segundo o executivo da HP, Thom Brown, que carrega o título de especialista em tecnologia de mídia e tinta.

O simples fato de usar o cartucho remanufaturado ou reabastecido não anula a garantia, ele explica. Mas – e esse é um buraco bem grande – se o cartucho em questão der problema e danificar sua impressora, você não está coberto.

A diretiva da Lexmark é parecida: “Reabastecer os cartuchos de tinta pode fazer com que eles vazem, dessa maneira, obstruindo ou até danificando a cabeça de impressão (print head). Qualquer dano causado a sua impressora por cartuchos reabastecidos pode não estar dentro da cobertura da sua garantia”, afirma a companhia em seu website.

A probabilidade de comprar um cartucho que arruíne sua impressora – ou ao menos, simplesmente não funcione – é difícil de ser calculada. Brown estima que um de cada três refis não possua o desempenho anunciado. (Ele não está afirmando que todos eles vão danificar sua impressora.)
Enquanto isso, Bill McKernney, CEO da InkTec Zone, que fabrica equipamentos utilizados para abastecer cartuchos, afirma que se deparou com apenas um caso em que um cliente afirma que sua impressora foi destruída e com poucas reclamações de refis com defeito.

E a qualidade de impressão?
Como muitas tecnologias, a impressão inkjet é muito mais complexa do que parece. Explicando de maneira simples, um cartucho possui um reservatório de tinta que é fervido por um elemento de aquecimento. As bolhas resultantes se espalham por buracos minúsculos no papel. A composição exata da tinta determina a qual temperatura ela será fervida, o tamanho das bolhas e como elas voam pelos buracos na cabeça de impressão.

No linguajar das impressoras, rendimento (yield) refere-se ao número de páginas que um cartucho vai produzir. Os dois lados concordam que cartuchos reabastecidos tendem a render um pouco menos. Em parte, diz McKenney, isso acontece porque um cartucho reabastecido pode armazenar apenas cerca de 95% da quantidade de tinta de um novo. Como os cartuchos são (re)abastecidos inúmeras vezes, o rendimento vai diminuir um pouco mais. O cartucho padrão pode ser reabastecido pelo menos três ou quatro vezes antes de estar pronto para a lata de reciclagem.

Qualidade de impressão, no entanto, é um assunto para debate. O executivo da HP afirma que a diferença entre o cartucho produzido pela sua empresa e o de marcas mais baratas usados pelos consumidores de McKenney é substancial. “Tinta não é só tinta”, explica.

A HP produz diferentes tintas para diferentes tipos de impressoras e trabalhos de impressão. Pequenas variações na fórmula podem reduzir substancialmente a qualidade da impressão, segundo ele, e a companhia gasta uma boa quantidade de tempo e dinheiro para fazer do jeito certo. De fato, um cartucho recém-desenvolvido e sua tinta passam por cerca de mil iterações de testes antes de o desenvolvimento ser finalizado, informa Brown.
McKenney admite que tintas sem marca podem não produzir resultados tão bons quanto equipamentos originais para algumas aplicações mais sofisticadas, “mas você precisaria de um olho muito afiado para notar a diferença”, ele afirma.

Há dois anos, o laboratório da PC World testou cartuchos novos e reabastecidos e descobriu que “cartuchos de tinta terceirizados normalmente custam menos e muitas vezes renderam mais impressões do que seus rivais produzidos pelos fabricantes. Por outro lado, na maioria dos casos, nós confirmamos as alegações dos fabricantes de impressoras de que suas tintas originais produzem imagens com melhor qualidade.”

Quanto à qualidade dos próprios cartuchos, a pesquisa da PC World “tendeu a corroborar as alegações dos fabricantes de impressoras. Os cartuchos das marcas tiveram uma instalação consistente e rodaram sem nenhum problema, enquanto alguns suprimentos terceirizados funcionaram mal ou não funcionaram."

Aí está. Se você quer a melhor qualidade e não quer se preocupar com potenciais danos à sua impressora, use os cartuchos das fabricantes. Mas você provavelmente vai ficar bem – e terá mais dinheiro no bolso – se escolher comprar um reabastecido.

Fonte: PCWorld

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Campanha estimula abandono do Facebook

Depois dos problemas de privacidade enfrentados pelo Facebook, a rede social parece que consquistou a antipatia de muitos usuários. Mesmo após as tentativas divulgadas pelo criador da rede social, Mark Zuckerberg, de melhorar o controle de privacidade, os internautas ainda não ficaram satisfeitos. Como resposta, criaram uma movimentação online a favor do cancelamento de contas do Facebook. O chamado “QuitFacebookDay” (“Dia de Abandonar o Facebook”, em tradução livre), está marcado para essa segunda-feira, 31/05, e conta com o apoio de mais de 27 mil pessoas.

A campanha estimula usuários da rede social a participar de um cancelamento coletivo de contas. No site do “QuitFacebookDay”, os internautas responsáveis pela idéia explicam que consideram as escolhas de planejamento de privacidade do site pouco justas e complicadas de serem programadas por um usuário médio.

O número de pessoas que se comprometeram a abandonar os serviços do site ainda é baixo quando comparado aos 500 milhões de usuários do Facebook. Entretanto, a ação demonstra o descontentamento dos usuários em relação ao site que, nas últimas semanas ,enfrentou os piores problemas de privacidade desde a criação da rede social, em 2004.

Como tentativa de superar a má fase, Zuckerberg apresentou na semana passada as novas regras de privacidade de dados dos usuários do Facebook. As modificações acontecem logo após as alterações recentes que apenas agravaram mais o processo.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br

terça-feira, 25 de maio de 2010

O que profissionais de TI precisam saber sobre netbooks

Descubra o que os profissionais de TI acham da praticidade, dos recursos e das limitações desse tipo de aparelho

Netbooks são laptops pequenos e de baixo custo, caracterizados por telas que medem entre 7 e 12 polegadas e práticos para os usuários interessados em ver os e-mails, navegar na web e utilizar aplicativos online. Fabricantes como Hewlett-Packard (HP), Dell, Acer, Sony e Lenovo já têm modelos desse tipo. Os aparelhos tem sido vendidos, principalmente, para nichos de mercado, como estudantes à procura de um aparelho leve e acessível.

Portáteis, mas para funções específicas
As empresas também estão usando os netbooks, diz o proprietário e CTO (Chief Technology Officer) da Guidance Solutions, Jon Provisor. Para ele, os aparelhos são acessíveis em viagens e apresentações e diz que cerca de 15%, de sua equipe de desenvolvimento de aplicativos móveis, usam os aparelhos. "O que é mais atraente é o preço e a portabilidade", disse Provisor. "No entanto, o poder de processamento, o tamanho da tela e outras limitações têm nos impedido de implementá-los para toda a nossa equipe de desenvolvimento."

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Philips vai reciclar até 200 toneladas de equipamentos no País em 2010

Iniciativa foi lançada nesta segunda-feira (15/3) e representa uma continuidade de projeto-piloto desenvolvido em 2009.A Philips lançou nesta segunda-feira (15/3) o programa de reciclagem Ciclo Sustentável Philips que envolverá 25 cidades brasileiras. O projeto vai reciclar produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos que levam as marcas Philips e Walita, contemplando, por exemplo, aparelhos de TV, áudio e vídeo, eletroportáteis e monitores.

A iniciativa dá continuidade a um projeto-piloto iniciado em Manaus (AM) em janeiro de 2009 que envolveu a reciclagem de 12 toneladas de equipamentos. A capacidade de reciclagem prevista no início do programa é de 200 toneladas em 2010, informa o gerente de serviços ao consumidor da Philips, Marcio Silva.

Todo o processo de reciclagem será realizado pela empresa Oxil, em Paulínia, no interior de São Paulo, que ficará responsável por desmontar os produtos, separar os materiais e a dar a destinação adequada aos componentes. "Plásticos, metais e virdro, por exemplo, são reciclados e vendidos ao mercado", explica Silva.

A Philips não divulga o investimento no projeto, por questões estratégicas, afirma o gerente de serviços ao consumidor. O executivo ressalta que a empresa não tem lucros com o processo e não recebe os componentes reciclados diretamente.

Em um primeiro momento, o programa conta com 40 postos de coleta, que fazem parte da rede autorizada da empresa. "A intenção é aprendermos mais sobre o programa e, nos próximos três meses, ampliarmos a divulgação incluindo outros parceiros", informa o presidente da Philips do Brasil, Marcos Bicudo.

A empresa já possui programas de reciclagem na Europa e na Índia como parte de sua estratégia global EcoVision, que inclui melhorias em eficiência energética e tempo de uso dos produtos. "Nossa meta é que 30% do faturamento global da Philips seja originado de produtos verdes atré 2012", afirma o presidente.

Para entregar seus produtos ao programa, o consumidor deve entrar em contato com o serviço de atendimento ao consumidor da Philips pelos telefones (11) 2121-0203 (Grande São Paulo) ou 0800-7010203 ou pelo site. A empresa também faz a retirada do produto mediante a cobrança de uma taxa, que pode ser de até 40 reais.

FONTE: IDG Now